terça-feira, 24 de janeiro de 2012
C. H. Spurgeon - Um caráter Forjado!
"Eu preferiria descender de alguém que sofreu pela fé a trazer o sangue de todos os imperadores em minhas veias." Spurgeon estava se referindo ao fato de que, apesar de haver uma linhagem de valentes escandinavos em seu sangue, o principal fator da sua herança era que alguns dos antigos Spurgeon estavam entre os protestantes do século dezessete que fugiram das perseguições movidas pelos católicos romanos para encontrar refúgio na Inglaterra.
Um seu ancestral, Job Spurgeon, "teve que sofrer no bolso e em sua pessoa pelo testemunho de uma boa consciência". Job, com outros três homens, foi aprisionado por comparecer a uma reunião não conformista - uma reunião de pessoas que se recusavam a conformar-se às doutrinas e práticas da Igreja da Inglaterra. Eles sofreram no cárcere durante um inverno que foi "notável pelos extremos a que o frio chegou"; os três dormiam sobre palha. Job Spurgeon ficou tão fraco que não podia deitar-se, e ficava o tempo todo na posição ereta.
Charles declarou: "Lanço meu olhar para o passado, através de quatro gerações, e vejo que aprouve a Deus ouvir as orações do pai do meu avô, que costumava suplicar a Deus que seus filhos vivessem diante dEle até a última geração; e foi do agrado de Deus levar um após outro a amá-1o e a temer o Seu nome".
A experiência pregressa da qual Charles Spurgeon veio era, pois, de tal natureza que, resistir por princípio, custasse o que custasse, era proeminente.
Ele nasceu no dia 19 de junho de 1834 na cidade de Kelvedon, no condado de Essex. Mas, na idade de catorze anos, foi levado para a casa dos seus avós paternos, na remota vila de Stambourne, e ali passou os cinco anos subseqüentes. Sua mãe só tinha dezenove anos de idade quando ele nasceu, e a chegada de outro bebê dentro do ano seguinte foi, prova velmente, o motivo da mudança.
Seu avô, o Reverendo James Spurgeon, era o ministro da Igreja Congregacional (Independente) de Stambourne, posição que vinha ocupando durante vinte e cinco anos. Graduado pelo Hoxton College, de Londres, tinha profundo conhecimento das Escrituras e dos escritos dos puritanos. Sua voz era forte, mas excepcionalmente agradável e largamente expressiva, e sua pregação era zelosa e vigorosa. Em seu trabalho no púlpito e em suas conversas privadas, freqüentemente se insinuava uma nota de humor. Para uma igreja de aldeia, sua congregação era numerosa, e a declaração feita por um seu ouvinte, "Eu poderia subir com asas como de águias depois de ser alimentado com tão celestial alimento", era sem dúvida o que muitos sentiam quando o sermão terminava. Ele era amado por seu rebanho e também pelos que pertenciam à Igreja da Inglaterra em Stambourne, e ele não sentia o menor desejo de se mudar para uma localidade maior.
A avó. Sara, era uma digna companheira do seu marido. O lar deles era alegre e livre de contendas. A única declaração sobre Sara que chegou até nós é que "Ela era uma alma querida, bondosa e amável".
A filha mais nova de James e de Sara, Ana, de dezoito anos de idade, ainda morava com seus pais. Foi-lhe prazeroso ter em casa o pequeno Charles, e ele se tornou objeto do seu especial amor e carinho. Ela o atendia em suas necessidades de bebê, ajudou-o quando ele começou a aprender a andar e a falar e, visto que era brincalhona, divertia-se muito com o seu jovem encargo à medida que ele crescia. Ela era também uma cristã zelosa, e procurava promover o bem-estar espiritual do menino, por sua vida devota e por seu exemplo diário.
A casa em que Spurgeon morava era uma grande residência paroquial, originariamente construída como mansão para a nobreza. Tinha quase duzentos anos de existência, e, embora as suas paredes fora de prumo e os assoalhos inclinados revelas sem sua idade, ainda era uma casa confortável.
A porta da frente dava para uma ampla sala, tendo na parede uma enorme lareira encimada por um grande quadro de Davi e Golias. Havia ali também um cavalo de brinquedo, de balanço - "O único cavalo", dizia Charles quando adulto, "que eu gostei de montar". Uma escada em caracol levava aos quartos, no andar de cima. O menino tinha um quarto agradável, com uma velha cama de pés altos e cortina de chita presa nos quatro pés. Ele podia deitar-se e ouvir os pássaros nos beirais.
Havia um jardim bem conservado no fundo e ao lado da casa. O jardim tinha abundantes flores e frutas, e era guarnecido por um caminho gramado e sombreado, e ali o avô de Charles muitas vezes ia meditar quando se preparava para as lides do dia do Senhor. Nos últimos tempos, Charles demonstrou que gostava muito de jardins, e fazia muito uso de ilustrações tiradas da vida vegetal.
Contígua à casa erguia-se a capela. No verdadeiro estilo puritano, era inteiramente destituída de ornamentos, mas tinha um alto compartimento para o púlpito, sobre o qual pendia uma pesada caixa de som.5 Isso fazia o jovem Charles lembrar-se, quando estava sentado na igreja, do seu boneco de molas, e ele ficava imaginando a caixa de som soltando-se e caindo na cabeça do seu avô.
A capela tinha ainda uma característica singular - duas grandes portas exteriores numa parede ao lado do púlpito. Se chegasse uma carruagem com uma pessoa enferma, aquelas portas podiam ser abertas e a carruagem - retirados os cavalos - podia ser empurrada através delas, permitindo assim ao inválido um lugar confortável para ouvir (a pregação). Hoje existem serviços de auditório externo e de cadeiras de rodas, mas na capela de Stambourne havia uma combinação dos dois serviços há um século e meio.
O pequeno Charles teve o privilégio de passar muito tempo com seu avô. James Spurgeon era uma pessoa inteira mente despretensiosa, e, apesar de estar com quase sessenta anos de idade, havia muito de jovem nele. Pode ter sido por essa razão que ele se apegou tanto ao menino, ou pode ser que ele já reconhecesse as suas qualidades incomuns e quisesse orientá-las. Mesmo quando os paroquianos pediam a seu pastor que os aconselhasse e orasse com eles em seus problemas, muitas vezes ele mantinha o rapazelho a seu lado, e quando se reunia com um grupo de ministros para discutirem questões teológicas, o menino ficava ali, ouvindo atentamente e fazendo o melhor que podia para entender, Dessa forma, a introdução de Charles na consideração das questões teológicas começou muito cedo.
A vida no lar de Spurgeon foi edificada ao redor das Escrituras. Ele não somente lia a Bíblia, mas também cria com inquestionável certeza em sua inerrância. As orações eram feitas com a plena percepção de que Deus as ouvia e respondia de acordo com a Sua soberana vontade. Os padrões da Bíblia eram aceitos alegremente, e a desonestidade, ou a malícia ou qualquer coisa do gênero eram inteiramente desconhecidos. Vivia-se com seriedade, mas a vida também era assinalada por bom humor e felicidade, e "a piedade com contenta mento (que) é grande ganho", caracterizava tanto o trabalho como o lazer para os Spurgeon, velhos e jovens.
Charles ainda era criança quando tomou ciência dos livros.
Um dos quartos da casa paroquial levava a uma saleta escura - escura porque a janela tinha sido rebocada por causa do vil "imposto sobre as janelas", mas nessa saleta havia uma biblioteca puritana, e provavelmente Charles não tinha mais de três anos de idade quando começou a levar livros para a claridade e a observar as ilustrações. Somos informados de que, "Quando ainda era uma simples criança, antes de seus lábios terem proferido uma só palavra articulada, ele ficava sentado pacientemente durante horas, divertindo-se com um livro de figuras.
Foi durante aqueles primeiríssimos tempos que ele topou com as ilustrações do livro de Bunyan, Pilgrim's Progress (O Peregrino). "Quando eu vi nele, pela primeira vez, a gravura do cristão carregando o fardo nas costas, interessei-me tanto pelo pobre sujeito que achei que devia pular de alegria quando, depois de o ter carregado por tanto tempo, finalmente ficou livre dele".7 Também ficou familiarizado com outros personagens de Bunyan - o Flexível, o Fiel e o Tagarela, por exemplo - e aprendeu as suas principais características.
Ele aproveitou muita coisa do livro de Foxe, Book of Martyrs (O Livro dos Mártires). Ele se sentava e ficava contemplando as suas figuras, que representavam a queima de diversos protestantes durante o reinado da rainha Maria, a Sanguinária, e os sofrimentos que aqueles homens padece ram causaram duradoura impressão nele.
Mas Charles fez mais do que meramente olhar figuras. Ele era ainda muito novo quando aprendeu a ler. Sua tia Ana o ensinou em casa, diz ele, e acrescenta que também freqüentou "uma escola para muito jovens", dirigida pela "velha senhora Burleigh". Aliás, vemo-lo, quando tinha apenas cinco ou seis anos de idade, lendo privadamente e também em público, durante o culto doméstico. Alguém que se diz "contemporâneo" escreve: "Mesmo aos seis anos de idade, quando algumas crianças não vão além da capacidade de soletrar palavras de uma só sílaba, ele podia ler com pontuação e ênfase realmente maravilhosas numa criança tão jovem".
Durante aqueles primeiros tempos, Charles também aprendeu muito sobre a vida em geral. Em anos posteriores ele criou um personagem chamado "John Ploughman" (João, o Lavrador). Com essa pessoa imaginária ele narrou numerosos contos, cada um com uma aguda lição moral. “ João Lavrador," tinha como modelos tanto o seu avô como também Will Richardson, um fazendeiro que ele conheceu durante o tempo que viveu em Stambourne.
Quando ainda menino, Charles revelou forte coragem moral. Por exemplo, sabedor de que seu avô se afligira com a conduta de um dos membros da sua igreja que tinha começado a freqüentar uma taverna, ele marchou ousadamente até aquele local e o confrontou. O homem, Thomas Roads, disse sobre o evento:
Pensar em um homem idoso como eu ser chamado às falas... por um pedaço de gente como esse! Bem, ele simplesmente apontou o dedo para mim, e disse: "Que fazes aqui, Elias?, sentado junto com os ímpios; e o senhor, membro da igreja, e partindo o coração do seu pastor. Tenho vergonha do senhor! Eu não gostaria de partir o coração do meu pastor, disso estou seguro". E foi embora...
Eu sabia que ele tinha toda a razão, e que eu era culpado; então joguei fora meu cachimbo, não toquei na minha cerveja, mas corri para um canto isolado e me prostrei diante do Senhor, confessando o meu pecado e pedindo perdão.
A restauração de Thomas Roads foi comprovadamente real e duradoura, e ele veio a ser um zeloso cooperador na obra do Senhor. Com tão precoce idade, Charles manifestou o senso de justiça e a resistência contra o que considerava errado que o caracterizaram através de toda a sua vida posterior.
Depois de cinco anos em Stambourne, Charles foi levado de volta a seus pais. Ele tinha passado uma excelente meninice com os seus avós, e voltaria a visitá-los durante diversos verões próximos futuros.
Os pais de Charles, John e Eliza Spurgeon, agora se haviam mudado para Colchester, onde John foi empregado como secretário no escritório de uma empresa que comerciava carvão.
Também era pastor de uma igreja congregacional em Tollesbury, uma vila situada a umas nove milhas de distância, e ele fazia a viagem todos os domingos a cavalo e de carruagem. Os dois deveres o mantinham muito ocupado e lhe tomavam o tempo que ele gostaria de passar na companhia de sua mulher e de seus filhos. Ele era um bom pregador e tinha uma voz excepcionalmente forte, mas não tinha no púlpito o poder que seu pai tinha.
Havia agora outras três crianças em casa: um menino, James Archer Spurgeon (quase três anos mais novo que Charles) e duas irmãs mais novas ainda, Eliza e Emily.
Logo, logo Charles tornou-se o líder deles. Não só por ser o mais velho, mas também porque ele possuía fortes qualidades de liderança. Por exemplo, certa ocasião seu pai o viu liderar as outras crianças quando brincavam de igreja. Ele estava de pé em cima de um monte de feno, fingindo pregar, e os outros estavam sentados em feixes de feno em frente dele, ouvindo o seu sermão. Outra vez os dois irmãos, Charles e James Archer, estavam brincando com navios de brinquedo num regato. Charles tinha dado ao seu navio o nome de The Thunderer (O Tonitruante), título que tinha escolhido, disse ele, porque queria um que parecesse corajoso e vitorioso.
Naquele tempo não havia nenhum sistema de educação gratuita, e grande número de crianças permanecia analfabeta. As escolas funcionavam como atividade pessoal, e assim os pais pagavam para terem os seus filhos atendidos.
John Spurgeon queria que os seus meninos tivessem a melhor educação que ele pudesse pagar, e Charles foi colocado sob instrução assim que veio para Colchester. Foi numa escola pequena dirigida por uma tal Sra. Cook, e ele demonstrou que era um excelente estudante. Além disso, com o passar dos meses, ficou evidente que ele tinha muito mais desejo de aprender do que de jogar ou brincar, e seu pai declarou: ele fazia a viagem todos os domingos a cavalo e de carruagem. Os dois deveres o mantinham muito ocupado e lhe tomavam o tempo que ele gostaria de passar na companhia de sua mulher e de seus filhos. Ele era um bom pregador e tinha uma voz excepcionalmente forte, mas não tinha no púlpito o poder que seu pai tinha.
Havia agora outras três crianças em casa: um menino, James Archer Spurgeon (quase três anos mais novo que Charles) e duas irmãs mais novas ainda, Eliza e Emily.
Logo, logo Charles tornou-se o líder deles. Não só por ser o mais velho, mas também porque ele possuía fortes qualidades de liderança. Por exemplo, certa ocasião seu pai o viu liderar as outras crianças quando brincavam de igreja. Ele estava de pé em cima de um monte de feno, fingindo pregar, e os outros estavam sentados em feixes de feno em frente dele, ouvindo o seu sermão. Outra vez os dois irmãos, Charles e James Archer, estavam brincando com navios de brinquedo num regato. Charles tinha dado ao seu navio o nome de The Thunderer (O Tonitruante), título que tinha escolhido, disse ele, porque queria um que parecesse corajoso e vitorioso.
Naquele tempo não havia nenhum sistema de educação gratuita, e grande número de crianças permanecia analfabeta. As escolas funcionavam como atividade pessoal, e assim os pais pagavam para terem os seus filhos atendidos.
John Spurgeon queria que os seus meninos tivessem a melhor educação que ele pudesse pagar, e Charles foi colocado sob instrução assim que veio para Colchester. Foi numa escola pequena dirigida por uma tal Sra. Cook, e ele demonstrou que era um excelente estudante. Além disso, com o passar dos meses, ficou evidente que ele tinha muito mais desejo de aprender do que de jogar ou brincar, e seu pai declarou:
Charles era uma criança, um menino, saudável, com boa constituição, tinha disposição afetuosa e era muito estudioso. Estava sempre lendo livros - nunca mexendo no jardim ou alimentando pombas, como os outros meninos faziam. Eram sempre livros e livros. Se sua mãe queria dar uma vota com ele, saberia que ia encontrá-lo em meu gabinete, esparramado sobre um livro. Claro está que ele era inteligente, e inteligente em muitos ramos dos estudos. Ele aprendeu a desenhar muito bem.
Contudo, apesar do interesse dos pais pelo progresso acadêmico dos seus filhos, eles estavam muito mais preocupados com o seu bem-estar espiritual.
Visto que o pai estava sempre muito ocupado, a tarefa de criar a família caía em grande parte sobre a mãe. Ela era uma mulher excepcionalmente devota e graciosa, e seu filho James declarou: "Ela foi o ponto de partida de toda a grandeza e bondade que qualquer de nós, pela graça de Deus, acaso tem". Charles a rememora com profunda afeição e gratidão, e fala da leitura das Escrituras que ela fazia para as suas crianças e do seu empenho em que elas se preocupassem com suas almas. "Não me é possível dizer quanto devo às sérias palavras de minha boa mãe...", ele escreveu. "Lembro-me de uma ocasião em que ela orou assim: "Agora, Senhor, se meus filhos forem adiante em seus pecados, não será por ignorância que eles perecerão, e minha alma terá que dar pronto testemunho contra eles no dia do juízo, se eles não se apegarem a Cristo". Pensar em minha mãe dando pronto testemunho contra mim feriu minha consciência. ...Como posso esquecer-me de quando ela dobrava seus joelhos e, com seus braços em torno do meu pescoço, orava: "Oh, que meu filho viva em Tua presença!"
A. Dallimore
domingo, 15 de janeiro de 2012
ENCHE O TEU VASO DE AZEITE E VEM!!
ENCHE O TEU VASO DE AZEITE
Está aí na metade do v.1: “Enche o teu vaso” – outra versão diz “encha um chifre com azeite”.
Isto fala de uma experiência individual.
A bênção do enchimento do Espírito Santo é para todos, mas cuide de encher o seu vaso.
QUEM deve encher o vaso?
Deus não perguntou o tamanho do vaso… porque também não importa!
Você pode ser um pequeno membro da igreja (um pequeno membro do corpo de Cristo), alguém que dizima oferta e fica no anonimato… ou pode ser um líder de pequeno grupo, um músico, um ministro… seja qual for seu tamanho e formato: VOCÊ É UM VASO a ser cheio!
O que Deus não quer é que vivamos uma vida espiritual medíocre – por isso: enche o teu vaso de azeite!
AZEITE/DEFINIÇÃO APLICAÇÃO
Azeite no VT é símbolo do Espírito, que veio em definitivo no NT.
Os sacerdotes e reis do passado eram ungidos com azeite para consagrá-los ao serviço de Deus.
Semelhantemente, no NT, é o que se passa quando os crentes são ungidos pelo Espírito Santo: são consagrados, capacitados com poder para o serviço de Deus.
O nome “Yoshua Hamashia”, que fala de Jesus como o Messias, significa “ungido”. O nome “Cristo” significa “ungido”.
Tudo quanto Jesus fez era pela unção do Espírito Santo. Jesus mesmo declarou: “O Espírito do Senhor está sobre mim (O AZEITE), porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (Lc 4.18,19).
Ele é um exemplo perfeito para nós: Cada crente deve encher seu vaso de azeite, isto é, deve ser completamente cheio do Espírito Santo.
Ser cheio do Espírito é um mandamento de Deus.
Ef 5.18: “Enchei-vos do Espírito”; outra versão: “sempre estejam sendo cheios do Espírito”.
Não é opção; mas um mandamento de Deus.
PROPÓSITO: VEM E ENVIAR-TE-EI
Encher o vaso de azeite tem um propósito – a unção tem um propósito.
Deus quer usar você, como servo (a) – Deus usou Samuel para marcar a geração da sua época!
É impossível uma pessoa ser cheia do Espírito e ficar escondida.
Em Atos 2, quando mais de 120 pessoas que se reuniam em oração, foram cheias do Espírito Santo, e ganharam as ruas de Jerusalém, a Bíblia diz que “ajuntou-se uma multidão que ficou perplexa”. O texto de At 2.12 diz: “Atônitos e perplexos, todos perguntavam uns aos outros: Que significa isto?”.
Mais adiante (v.16,17) Pedro respondeu: “…isto é o que foi dito pelo profeta Joel: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne…”.
Você não passará despercebido se for cheio do Espírito Santo: o próprio Deus tem interesse em enviá-lo.
Atente bem ao que Deus disse a Samuel: “Enche o teu vaso de azeite e vem; enviar-te-ei…”. VEM e ENVIAR-TE-EI.
Samuel só foi enviado depois de ter enchido o seu vaso de azeite.
Sabe: Os discípulos também só foram enviados depois de serem cheios do Espírito: Primeiro Jesus lhes disse:
“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês [e aí] serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1.8).
A igreja não foi chamada para ficar na retaguarda, mas para ir.
Então, disse o Senhor a Samuel: até quando terás dó de Saul, havendo-o eu o rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche o teu vaso de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei (I Sm 16:1).
Primeiro ponto que nos chama a atenção é que, Deus chama a atenção de Samuel, o mesmo Samuel que ouviu a voz do Senhor na sua infância e obedeceu; agora estava relutando para cumprir às ordem de Deus. Samuel estava temendo por sua própria vida, ele estava com medo de Saul matá-lo (16:2). Essa foi a desculpa que ele tentou dar para Deus. Só que o Senhor não está interessado em nossas desculpas; ele quer que cumpramos a sua ordem. Deus lhe diz: Até quando? Até quando você vai ficar sem fazer a minha vontade? Até quando eu vou ficar esperando você tomar uma decisão? Você não está vendo que eu não estou mais nisso?
Sabemos que as misericórdias de Deus não tem fim (Lm 3:32), mais até quando? As misericórdias triunfam sobre o juízo, porém, o juízo será sem misericórdias (Tg 2:13). Até quando Deus vai ficar esperando você se consertar; abandonar a vida de pecado, e verdadeiramente ser transformado pela Palavra Dele? Aproveita essa oportunidade e faça isso.
O segundo ponto é que, Deus faz um convite a Samuel. O Senhor está sempre nos convidando, nos chamando a estarmos em sua presença. Deus lhe diz: Enche o teu vaso de azeite e vem!
Uma coisa interessante que observamos nesse texto é que, Deus primeiro lhe diz: enche o teu vaso de azeite e vem. Ele não falou enche o teu vaso e vai. Ele diz vem prá que eu te encha do meu Espírito e você faça a minha obra.
Quantos estão sendo destruídos porque querem ir primeiro, antes de Deus os enviar; estão mortos espiritualmente, achando que foi Deus que lhes enviou quando na verdade não foi. E isso é fácil de identificar, pois, quando Deus envia os frutos aparecem.
Está vazio o teu vaso? O Senhor te convida: vem! Encha-se da minha Palavra, que eu te encherei da Minha Presença, da Minha unção, e do Meu Espírito.
A missão de Samuel era ungir a Davi, como rei de Israel. Dessa missão dependia todo o povo de Israel, pois Samuel estava ungindo o futuro rei de Israel. Um homem que era segundo o coração de Deus; homem esse que Deus usou poderosamente para abençoar e dar vitória ao Seu povo.
Como é importante ouvir a voz do Senhor e obedecer, devemos a cada dia termos experiências novas com o Senhor, obedecer a sua voz cumprir os seus desígnios, quando Samuel deixou de lado os seus temores, foi e fez a obra, cumpriu a sua missão. É isso que o Senhor espera de nós. Que não venhamos somente dizer: "Senhor fala que o teu servo ouve", mas que venhamos dizer também, "fala que o teu servo obedece".
Há uma grande distância entre o ouvir e o obedecer. Se Samuel tivesse somente ouvido, e não tivesse ido fazer o que Deus lhe ordenou, com certeza ele teria pagado um preço muito alto. A obra seria feita por outro, pois ninguém é insubstituível. Mas, ficaria uma lacuna no ministério de Samuel e somente ele perderia. Por isso a cada dia devemos estar atentos ao mover do Espírito, e a voz do Senhor que continua a falar-nos: Enche o teu vaso de azeite e vem! Pois através das tuas mãos o Senhor quer operar maravilhas.
Que Deus te use poderosamente como um VASO de Honra!
Missionária: Sara Pavesi.
sábado, 19 de novembro de 2011
Mensagem ministrada no Chá Evangelístico da Ass. de Deus (Sede) Joinville, SC- 19/11/11
Palestrante: Missionária Sara Pavesi Veiga.
Texto Bíblico: Texto: I SM 1: 1 ao 8
Tema: Ana, um mulher humilhada por sua rival, incompreendida por seu marido, mas ouvida, compreendida e exaltada por Deus!
Ana no Hebraico sig: Graça, Graciosa ou Cheia de Graça.
Penina do Hebraico sig: Jóia ou pérola
Duas mulheres com caráter totalmente diferentes
Uma O retrato da Graça (Ana)
Outra o retrato do orgulho e falsidade (Penina)
Ana e Penina eram mulheres de Elcana, um efraimita que vivia em Ramatain-Zofim. Conforme o código de Hamurabi, se a primeira mulher fosse estéril o homem poderia casar-se com a segunda. Este mesmo dispositivo conjugal passou para a Lei Judaica (Dt. 21:15-17), coisa que Deus apenas tolerou, mas nunca foi o propósito de Deus para família, visto que quando criou o primeiro casal, criou apenas uma mulher para o homem (por isso deixará o homem pai e mãe e unir-se-a a sua mulher e serão ambos uma só carne. GN 2:24), e no N.T, quando pela sua graça restaurou o homem e a mulher a sua posição diante de Deus, voltou a defender a família como apenas um homem e uma mulher, conforme é aconselhado por Paulo em 1º TM 3:2.
Olhando para o drama de Ana, faço a seguinte pergunta:
Quem de nós que não tem ou já não teve uma Penina em sua vida??
Pode ser uma Penina que se chame Baixa auto-estima: que por mais que você tente se aceitar continua se desvalorizando, se sentindo a pior mulher do mundo (ainda mais a mídia ditando uma beleza exagerada)
Pode ser uma Penina que na sua vida se chame: Depressão: que tira tua paz, que atormenta seus dias
Pode ser uma Penina que se chame: Culpa: que te corrói a alma e traz sofrimento e você não sabe mais o que fazer
Pode ser uma Penina que se chame: Mágoa ou raiz de amargura: alguém que você não consegue perdoar e isso destrói sua alegria
Olhe para o exemplo de Fé da irmã Ana e faça a escolha certa:
Neste texto notamos pelo menos 3 Lições básicas de Fè
1ª Ana foi ao templo- Ela não se conformou com sua sorte e buscou no lugar certo a resposta para sua aflição
2ª Ana orou a Deus- Notem que Ana não revelou o seu pedido a ninguém; isto era algo entre ela e Deus. Até mesmo quando Eli a questionou ela apenas falou da sua aflição, mas guardou com ela seu voto e sua súplica.
3ª Ana pediu com o propósito certo- Ela não barganhou com Deus, apenas mostrou que seu coração reconheceria a atuação poderosa de Deus, e que a resposta de Deus a sua oração seria para glorificá-lo. Muitas vezes, queremos respostas para as nossas orações, mas para glória de nós mesmos, para o nosso conforto, para nosso prazer, para nossa paz. “Pedis e não recebeis porque pedis mal” Tg 4:3.
Conclusão: Ana era uma mulher próspera, bem casada, amada, mas infeliz.
Ela buscou no lugar certo, com o propósito certo, de maneira que agradou ao Senhor que a ouviu e atendeu e ela recebeu do Senhor além de Samuel, mais três filhos e duas filhas, ou seja, Deus sempre fará além das nossas expectativas, basta fazermos a escolha de obedecer a sua voz.
Por: Missionária Sara Pavesi Veiga
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Esquecendo de Deus - por Philip Yancey
Observando o mundo moderno, Jacques Ellul, sociólogo francês, detectou uma tendência chocante: à medida que o evangelho permeia a sociedade, a tendência é produzir valores que, paradoxalmente, contradizem o próprio evangelho. Esporadicamente, em viagens ao exterior, testo essa teoria. Pergunto aos estrangeiros o que pensam sobre os Estados Unidos, a maior sociedade de maioria cristã do mundo.
Pergunto: 'Quando falo em Estados Unidos, qual a primeira coisa que surge em sua mente?' Invariavelmente, recebo uma das seguintes respostas:
Riqueza. Com apenas 6% da população mundial, os Estados Unidos geram mais de um terço da produção econômica e dominam as finanças globais.
Poderio militar. Somos, como a mídia não se cansa de repetir, 'a única superpotência mundial'. De fato. Nossos gastos militares atuais superam a soma dos gastos dos 23 países que nos seguem na lista das maiores nações.
Decadência. No exterior, a maior parte das pessoas extrai a imagem dos Estados Unidos de filmes que parecem tratar apenas de sexo e crimes.
As nações européias, apesar das raízes cristãs, tendem a manifestar características semelhantes, que contrariam os ensinamentos e o exemplo de Jesus, cuja vida foi marcada por pobreza, sacrifício e pureza. é natural que seguidores de outras religiões, como islamismo, fiquem confusos diante do cristianismo, fé poderosa que, apesar disso, produz na sociedade como um todo resultados opostos a seus ideais. Qual será a causa desse fenômeno estranho?
Encontrei uma indicação na obra de Gordon Cosby, pastor que fundou a Church of the Savior (Igreja do Salvador) em Washington, D.C. Ele reparou que comunidades cristãs muito comprometidas começam com forte senso de devoção, que se expressa em uma vida de disciplina. Grupos organizados em torno da devoção e da disciplina tendem a produzir abundância, mas é exatamente esse sucesso que acaba com a disciplina e leva à decadência.
Cosby deu a esse processo o nome de 'ciclo monástico' – com bons motivos, pois movimentos liderados por idealistas como Francisco de Assis e Bento de Núrsia demonstraram o ciclo. No século 6, os primeiros beneditinos trabalharam muito para abrir espaço nas florestas e cultivar a terra. Investiram tudo que sobrava em drenagem, gado e sementes. Segundo o historiador Paul Johnson, seis séculos depois 'os mosteiros beneditinos haviam praticamente deixado de serem instituições espirituais. Passaram a ser centros acadêmicos medíocres reservados, em sua imensa maioria, para membros da elite'. Os abades usavam cerca de metade da receita para manter o estilo de vida luxuoso. Transformaram-se em 'uma elite de parasitas inativos'.
Dominicanos, jesuítas e franciscanos repetem o mesmo ciclo: ímpeto inicial de devoção de disciplina, período de abundância e depois decadência rumo à indulgência até surgir um reformador para reavivar os ideais do fundador. Os reformadores protestantes encontraram o mesmo desafio. John Wesley advertiu os metodistas que prosperavam: 'Não considero possível, dada a natureza das coisas, que qualquer reavivamento ou religião dure muito. A religião precisa, necessariamente, produzir trabalho e sobriedade, e os dois, combinados, só podem resultar em riqueza. Porém, à medida que a riqueza cresce, crescem também orgulho, ira e amor ao mundo em todos os seus aspectos.'
Como o Antigo Testamento mostra, nações inteiras podem cair nesse padrão. Os profetas hebreus lançavam os alertas mais veementes quando Israel prosperava. Sempre que a economia ia bem e a nação estava em paz, os israelitas davam cada vez menos atenção aos assuntos espirituais e passavam a confiar no poder militar e nas alianças para continuarem seguros. Segundo a expressão dos profetas, eles se esqueciam de Deus.
Talvez fosse melhor chamar esse fenômeno de 'ciclo humano' em vez de 'ciclo monástico', já que se aplica tanto a indivíduos quanto a movimentos religiosos e nações. Começando com a breve estadia de Adão e Eva no Paraíso, as pessoas sempre demonstraram incapacidade para lidar com a prosperidade. Buscamos a Deus nas necessidades, mas nos esquecemos dele quando tudo vai bem.
Americanos que participam de viagens missionárias curtas a países do Terceiro Mundo voltam, muitas vezes, com relatos maravilhosos sobre o fervor que viram entre os cristãos. Zelo na fé em meio à pobreza e opressão faz um contraste marcante com a complacência e egoísmo em nossa terra de fartura.
Diante dessa tendência em vários países, entendo melhor por que Jesus advertiu contra a riqueza e chamou de 'bem-aventurados' os pobres e os perseguidos. No meio do desespero profundo, os necessitados podem se voltar para Deus. Enquanto isso, preocupo-me com a sociedade em que vivo, que confia mais em sua riqueza e poder e preenche todos os espaços vazios com opções de diversão. Será que, neste tempo de abundância, conseguiremos encontrar uma forma de quebrar o 'ciclo monástico'? Nossa saúde no futuro depende da resposta que daremos a essa pergunta.
http://www.cristianismohoje.com.br/retrancas/Esquecendo%20de%20Deus/34553
domingo, 23 de outubro de 2011
AS CINCO FASES DO VASO! 2º CO 4: 7-10
(II Corintios 4:7) - Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
(II Corintios 4:8) - Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
(II Corintios 4:9) - Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
(II Corintios 4:10) - Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;
A maior característica do vaso de barro é sua flexibilidade, ele é moldável e sensível, pois quebra com facilidade.
Durante a minha vida percebi que temos que passar por varias etapas de nossa vida com DEUS.
Etapas que vão nos dando a têmpera do verdadeiro cristão. Como vasos que somos, passamos por fases que nos moldará e nos dará a resistência necessária para chegar à perfeição diante do Pai.
Precisamos ficar atentos a essas fases para podermos compreender a maneira que Deus nos molda para sermos vasos de bênçãos em Suas mãos.
Vamos falar sobre essas fases.
1. FASE DA ESCOLHA
Deus escolhe o barro!
Existem 200 tipos de barros conhecidos, mas somente 8 servem para fazer o vaso ou jarro!
Sabe o que isso significa? Se você foi escolhido por Deus, isso significa que você é um barro bom.
(João 15:16) - Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.
2. FASE DO CURTIMENTO:
É uma das fases mais importantes, porque o vaso tem que ficar curtindo.
É aquela época em que parece que Deus fala com todo mundo, menos com você. Você vê pessoas sendo “visitadas” pelo Espírito Santo, sendo cheias da unção o tempo todo, mas com você não acontece nada.
Quanto mais tempo curtindo, maior liga terá. Um vaso grande passa por um longo curtimento.
Esta fase depende do tamanho do vaso que Deus quer fazer de você!
Provavelmente não há nada de errado em você, nem na sua espiritualidade, você está no curtimento.
3. FASE DO PISAMENTO:
É quando o barro é retirado do curtimento, talvez depois de muito tempo, e colocado em um local para ser pisado, para que todo ar seja retirado.
Deus permite que você seja pisado, humilhado, para poder tirar de você todo orgulho, toda a vaidade, tudo aquilo que está contrário à Natureza Divina.
Deus quer tirar de você a sua confiança no seu próprio eu.
Parece que todos falam mal de você, ninguém te entende, julgam suas atitudes, etc.
Se você está sendo pisado, não desanime! Você já está na terceira fase.
4. FASE DA MISTURA:
Agora o vaso precisa ser misturado com a palha fina, pedra triturada e resto de cerâmica.
Um vaso sem esses implementos é um vaso muito fraco e quebra fácil.
Deus não quer vaso fraco. Quer vaso forte.
Sem o Espírito Santo, humildade, disposição, fé e confiança, o vaso fica fraco.
• Ele quer vaso para uso diário, não vaso de porcelana que é usado só de vez em quando.
São as provas que passamos e as dificuldades que nos fortalecem. Isso misturado com a presença do Espírito Santo nos dá a resistência necessária.
A cada luta, a cada prova, nós ficamos mais fortes, mais resistentes.
5. FASE DO MOLDE:
Finalmente chegou a hora de o barro virar vaso.
Agora depois de todo este processo, o oleiro leva o barro para ser moldado e virar vaso.
Depois de Deus ter nos escolhido, nos ter deixado criando liga, ter tirado o nosso orgulho, depois de nos ter fortalecido, Ele finalmente nos começa a moldar.
Então quando estivermos definitivamente prontos, Ele nos enche com Seu Espírito e nos usa de acordo com a Sua vontade.
E FINALMENTE DENTRO DO VASO É COLOCADO O TESOURO (ESPÍRITO SANTO) Vs 7
Mas aí surge uma situação nova. COMO A GLÓRIA DO SENHOR VAI APARECER?
Quando você já estiver pronto, cheio do Espírito Santo, como a Glória de Deus vai se manifestar na sua vida?
Como fazer “para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós?” Vs 7
Vamos analisar os versículos de 8 a 10 do texto lido. Assim poderemos entender como se manifesta a Glória de Deus nas nossas vidas, nas situações que acontecem conosco no dia a dia.
• Vamos fazer uma análise dos significados de cada palavra do texto.
(II Corintios 4:8) - Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Atribulados = Com problemas, Dificuldades, Provas,
Angustiados = Consumido pela tristeza, Dor na alma, Vontade de morrer. ISSO NÃO!
Perplexos = Sem entender o porquê ou a causa dos acontecimentos.
Desanimados = Sem esperança, Sem perspectiva de vitória, Sem vontade de prosseguir. ISSO NÃO!
O versículo diz que em tudo seremos atribulados. Em tudo seremos provados, teremos dificuldades,
Mas não seremos angustiados, não seremos consumidos pela tristeza.
Ficaremos sim, perplexos, sem entender o porquê de muita coisa que acontece na nossa vida, mas jamais seremos desanimados. Porque a esperança que é há em nós é mais forte que tudo isso.
E essa esperança nos dá a força necessária para continuar na nossa jornada.
(II Corintios 4:9) - Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Perseguidos = Sofrer acusações, Calúnias, Desejar a sua queda, Querer o seu mal.
Desamparados = Estar sozinho, Sem ajuda, Sem socorro, Sem amigos. ISSO NÂO!
Abatidos = Caídos no chão, Vencidos, sentindo derrotados...
Destruídos = Exterminados, Tirados de circulação, Aniquilado, Eliminado. ISSO NÃO!
Quantas vezes somos perseguidos, acusados, caluniados, pessoas fazem de tudo para nos derrubar.
Mas temos a certeza de que não estamos desamparados. Jesus é o amigo fiel. Quando estamos abatidos, caídos no chão, com aquela absoluta sensação de derrota, clamamos e Ele vem em nosso socorro. Jamais seremos destruídos, porque Jesus peleja por nós.
(II Corintios 4:10) - Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;
E com essa certeza, a gente morre para o pecado, para os prazeres carnais.
Conclusão:
Devemos ficar atentos a Palavra, olhando em direção ao céu que é o nosso destino.
Porque tenho a certeza de que tudo que passamos aqui não é absolutamente nada se comparado com a Glória que receberemos quando nos encontrarmos com Cristo.
(II Corintios 4:17) - Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
Por mais que você acha que está difícil a vida aqui, por mais que seja assustadora a situação do mundo, temos a promessa de que é uma leve e momentânea tribulação.
(II Corintios 4:18) - Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
E se as provações forem intensas ao ponto de nos levarem a morte física, veja o que o Senhor nos diz:
(II Corintios 5:1) - Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
(II Corintios 5:2) - E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu;
Se tudo aqui se desmoronar, temos um lugar garantido no céu, é preciso apenas ter fé. Se alguém chegar ao ponto de perder a vida por causa das provações, receberá uma coroa de Glória entregue pelas mãos do próprio Deus.
- Seja um vaso de barro, mas cheio do verdadeiro tesouro. Cheio do poder de Deus.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Senhor ensina-me a sorrir!
A habilidade para sorrir é um verdadeiro dom de Deus. Eu acredito que essa é a expressão de um coração que está cheio de alegria. Infelizmente, para uma pessoa comum, gargalhadas só acontecem dependendo das circunstâncias. Mas nós como crentes, temos um privilégio maravilhoso – podemos sorrir mesmo quando as coisas não estão da forma que gostaríamos.
Uma das razões para podermos sorrir e desfrutar nossa vida apesar das atuais circunstâncias, é porque Jesus é a nossa alegria. Ele é a vinha e nós somos os galhos. À medida que nós aprendemos a permanecer nele, vamos render ou produzir o fruto do caráter de Cristo, e a alegria é um fruto. Longe dele, não podemos fazer nada, mas na presença dele nossa vida irá transbordar de alegria, e eu creio que quando a alegria for transbordante, existirá uma ligação para o sorriso.
O SORRISO SURGE DE UM CORAÇÃO ALEGRE.
A Bíblia diz que quando nós aceitamos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, a totalidade de quem Deus é começa a existir dentro de nós. Em outras palavras, a divina semente que vai produzir todos os frutos do Espírito de Deus, incluindo alegria, está em nós. Não é uma coisa que estamos tentando adquirir, é algo que já existe. O que precisamos aprender é como desprender esta alegria, pois algumas vezes o “bem-estar” de nossa alma se trava, e isso impede que a alegria de Deus seja liberada.
No Velho Testamento, uma das estratégias de guerra para bloquear o “bem-estar” do inimigo era mostrando ossos e muita sujeira. Quando conseguiam atingir esse “bem-estar”, ninguém mais conseguia encorajá-los. O mesmo acontece conosco. Nosso inimigo tenta atingir nosso bem-estar atirando “pedras” de ressentimento, amargura, falta de perdão, temores, dúvidas, depressão, você pode até listar. Se aceitarmos essa “sujeira”, que vem em forma de pensamentos, vamos impedir grandemente o fluir de “Águas Vivas” em nosso espírito.
Mas Deus não deseja que vivamos assim. Ele deseja liberar nosso bem-estar. Ele deseja que o rio do Espírito Santo flua livremente em nós e através de nós para tocar outros. Interessante que quando os filisteus desestabilizaram Abraão com sujeira, Deus usou Isaque para restaurá-lo. O nome de Isaque significa “alegria”. E foi a alegria que restaurou o bem-estar de Abraão, eu acredito que o desejo de Deus é usar a alegria e o sorriso para restaurar o seu bem-estar também.
Houve um tempo em minha vida que eu raramente sorria, ou deixava um sorriso solitário escapulir. Eu me tornei uma pessoa tão séria e intensa que deixava passar muitas oportunidades de sorrir. Felizmente, Deus mudou isso em minha vida. Agora, quando surge uma oportunidade de sorrir eu simplesmente agarro esta oportunidade. Eu vou direto para o sorriso. Eu aproveito o máximo que posso disso, pois descobri o tremendo alívio do estresse e da tensão uma boa gargalhada pode trazer. Quando estou cansada ou exausta para lidar com as coisas da vida, eu me sinto como um armário sujo, envelhecido e com necessidade de renovo. Mas quando Deus me dá uma oportunidade de sorrir, parece que vem uma “brisa sobre mim”, me levantando da opressão e me refrescando completamente.
Revista Enjoying Everyday Life
Ministérios Joyce Meyer
Uma das razões para podermos sorrir e desfrutar nossa vida apesar das atuais circunstâncias, é porque Jesus é a nossa alegria. Ele é a vinha e nós somos os galhos. À medida que nós aprendemos a permanecer nele, vamos render ou produzir o fruto do caráter de Cristo, e a alegria é um fruto. Longe dele, não podemos fazer nada, mas na presença dele nossa vida irá transbordar de alegria, e eu creio que quando a alegria for transbordante, existirá uma ligação para o sorriso.
O SORRISO SURGE DE UM CORAÇÃO ALEGRE.
A Bíblia diz que quando nós aceitamos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, a totalidade de quem Deus é começa a existir dentro de nós. Em outras palavras, a divina semente que vai produzir todos os frutos do Espírito de Deus, incluindo alegria, está em nós. Não é uma coisa que estamos tentando adquirir, é algo que já existe. O que precisamos aprender é como desprender esta alegria, pois algumas vezes o “bem-estar” de nossa alma se trava, e isso impede que a alegria de Deus seja liberada.
No Velho Testamento, uma das estratégias de guerra para bloquear o “bem-estar” do inimigo era mostrando ossos e muita sujeira. Quando conseguiam atingir esse “bem-estar”, ninguém mais conseguia encorajá-los. O mesmo acontece conosco. Nosso inimigo tenta atingir nosso bem-estar atirando “pedras” de ressentimento, amargura, falta de perdão, temores, dúvidas, depressão, você pode até listar. Se aceitarmos essa “sujeira”, que vem em forma de pensamentos, vamos impedir grandemente o fluir de “Águas Vivas” em nosso espírito.
Mas Deus não deseja que vivamos assim. Ele deseja liberar nosso bem-estar. Ele deseja que o rio do Espírito Santo flua livremente em nós e através de nós para tocar outros. Interessante que quando os filisteus desestabilizaram Abraão com sujeira, Deus usou Isaque para restaurá-lo. O nome de Isaque significa “alegria”. E foi a alegria que restaurou o bem-estar de Abraão, eu acredito que o desejo de Deus é usar a alegria e o sorriso para restaurar o seu bem-estar também.
Houve um tempo em minha vida que eu raramente sorria, ou deixava um sorriso solitário escapulir. Eu me tornei uma pessoa tão séria e intensa que deixava passar muitas oportunidades de sorrir. Felizmente, Deus mudou isso em minha vida. Agora, quando surge uma oportunidade de sorrir eu simplesmente agarro esta oportunidade. Eu vou direto para o sorriso. Eu aproveito o máximo que posso disso, pois descobri o tremendo alívio do estresse e da tensão uma boa gargalhada pode trazer. Quando estou cansada ou exausta para lidar com as coisas da vida, eu me sinto como um armário sujo, envelhecido e com necessidade de renovo. Mas quando Deus me dá uma oportunidade de sorrir, parece que vem uma “brisa sobre mim”, me levantando da opressão e me refrescando completamente.
Revista Enjoying Everyday Life
Ministérios Joyce Meyer
domingo, 2 de outubro de 2011
Alerta Povo de Deus!
“...haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).
Parece que cada geração tem sua própria apostasia específica e, em alguns casos, até mesmo depois de um avivamento espiritual. A igreja do século 20 começou numa batalha pelos fundamentos da fé cristã. Durante aquele período, os evangélicos (i.e., cristãos da atualidade que crêem na Bíblia e que se constituem de fundamentalistas, separatistas e outros apaixonados amantes da Bíblia) experimentaram um crescimento sem precedentes. Mas então, muitos dos principais seminários começaram a se comprometer, fazendo concessões à filosofia pós-moderna do humanismo secular de nível superior. De 1920 a 1935, muitos líderes fundaram escolas cristãs, institutos bíblicos e seminários que geraram fiéis expositores da Bíblia e igrejas evangelizadoras que ganhavam almas para Cristo em todo o mundo. Infelizmente, vários jovens educadores ingressaram nas universidades seculares a fim de obter seu grau de PhD. Depois de se graduarem, tornaram-se professores de seminário no encargo de ensinar os candidatos ao ministério pastoral a pregarem as Escrituras, sendo que eles mesmos nunca tinham exercido o pastorado, nem haviam se dedicado à pregação. Uma das máximas essenciais do processo educacional é a de que “não se pode partilhar aquilo que não se possui”. O que se verifica com freqüência, nos dias atuais, é que pastores jovens se formam nos seminários, todavia conhecem muito pouco sobre a pregação expositiva, sobre as doutrinas fundamentais, sobre a evangelização e nem mesmo possuem as ferramentas necessárias para atuarem como pastores. Hoje em dia, é comum ver pastores, recém-formados num seminário, assumirem o ministério pastoral de uma igreja, sem nunca terem sido alunos de um professor de seminário que realmente tenha exercido o pastorado de uma igreja.
Além disso, a lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus. Muitos jovens que estudaram em faculdades cristãs já foram influenciados por essa moderna filosofia secular [N. do T.: Nos Estados Unidos há instituições de ensino fundamental, médio e superior que são mantidas por denominações e entidades evangélicas, cuja proposta de ensino e orientação educacional baseia-se em princípios bíblicos cristãos]. Até mesmo em algumas escolas cristãs de ensino fundamental e médio, é possível encontrar professores com formação acadêmica de orientação humanista, que propõem o ensino de uma filosofia secular dentro de um ambiente cristão. É espantoso verificar o grau de desconhecimento da Bíblia que a maioria dos calouros demonstra ao entrar numa faculdade cristã. O único antídoto para aqueles que sofreram essa lavagem cerebral humanista por muitos anos é uma genuína conversão a Cristo, acrescida de um tempo investido no estudo minucioso da Palavra de Deus.
A lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus.
A secularização da educação cristã fez com que muitos pastores jovens e sinceros se tornassem vulneráveis aos ensinos da igreja pós-moderna, ou como [seus membros] preferem se designar, “Igreja Emergente”. Esse movimento bebe da essência do antinomianismo, uma filosofia na qual os adeptos questionam mais a Bíblia e os fundamentos da fé do que o ensino e a influência anticristãs de sua formação educacional secular. Eles contam com o apoio de Hollywood, da mídia esquerdista e da música “heavy beat” que transmite mensagens antibíblicas num apelo às emoções, enquanto a mente é deixada de lado. Tal música pode, muitas vezes, apelar aos impulsos da carne e já invadiu as igrejas, onde muitos líderes eclesiásticos alegam que ela lhes presta um auxílio no processo de “crescimento da igreja”, tentando provar, com isso, que estão no “caminho certo”.
Entre os falsos ensinos que brotam da Igreja Emergente encontra-se uma forma não tão sutil de ataque à autoridade da Bíblia – um claro sinal de apostasia. Eles não mais afirmam: “Assim diz o Senhor” (apesar do uso dessa expressão por mais de duas mil vezes na Bíblia), por temerem que isso ofenda aquelas pessoas que apregoam a igualdade de todas as opiniões quanto ao seu valor. A Palavra de Deus não é mais interpretada por aquilo que realmente diz; em vez disso, é interpretada por aquilo que diz para você, desconsiderando, assim, o fato de que a formação educacional e a experiência de vida de uma pessoa podem influenciar a maneira pela qual ela interpreta as Escrituras, a ponto de levá-la irrefletidamente a um significado nunca planejado por Deus para aquele texto.
Alguns dão a entender que Jesus foi um “bom homem, até mesmo um bom exemplo, mas Deus?”. Disso eles não têm certeza. Outros relutam em chegar a tal ponto de questionamento, porque se Jesus não é Deus que “se fez carne”, então não temos um Salvador. Entretanto, há outros da Igreja Emergente que põem em dúvida o milagre da concepção virginal de Cristo, Sua morte substitutiva e expiatória, Sua ressurreição corporal e, obviamente, questionam mais de mil profecias bíblicas, tanto as que já se cumpriram, quanto as que ainda estão por se cumprir, as quais descrevem o maravilhoso plano de Deus para o nosso futuro eterno. Uma indicação da situação em que eles realmente se encontram é evidenciada pelas declarações de um dos seus principais líderes (que é chamado de evangélico), “apesar dele agrupar a série de livros Deixados Para Trás na mesma categoria de O Código DaVinci”.[1] Uma afirmação dessas, vinda de um dos líderes da Igreja Emergente, revela o grau de confusão ou de dolo a que eles de fato chegaram. Ou ele está confuso (iludido) quanto às mentiras gnósticas ocultistas que dominam o enredo de O Códico Da Vinci, ou rejeita, intencionalmente, a interpretação literal da Bíblia que é o fundamento da série Deixados Para Trás, baseada no livro de Apocalipse. Não temos nenhuma dúvida ao afirmar que os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.
Os mestres pós-modernos que se denominam “evangélicos”, embora neguem a “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), são bem rápidos em falar o que eles e outros filósofos heréticos pensam, porém, raramente dizem o que Deus deixou registrado por escrito em Sua biblioteca de sessenta e seis livros, a Bíblia. Eu, particularmente, creio que eles, na verdade, são hereges, apóstatas e lobos “disfarçados em ovelhas”. Devido ao fato do cristianismo liberal ter caído no vácuo do descrédito e das igrejas liberais terem ficado vazias, eles agora fazem uma tentativa de re-empacotar sua teologia sob a forma de pós-modernismo. Na realidade, a maior parte desses conceitos não passa daquilo que costumava ser chamado de modernismo ou liberalismo, ainda que expressos com uma terminologia pós-moderna.
Os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.
É difícil obter deles informações quanto ao que realmente crêem, mas eles sabem, muito bem, que não crêem nos fundamentos da fé bíblica. Já é hora de chamarmos a atenção das igrejas para o fato de que tais pessoas são hereges e falsos mestres que “não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2.12), tal como Judas escreveu nos versículos 17 e 18 de sua epístola: “Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões”.
A mensagem do Espírito Santo dirigida à igreja de Laodicéia se enquadra perfeitamente à realidade deles: “Ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres outro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22).
Minha expectativa de que a verdadeira igreja evangélica assumisse sua posição “em alto e bom som” contra essa nova forma pós-moderna de apostasia, concretizou-se, recentemente, num simpósio de nosso Pré-Trib Study Group [Grupo de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], ocorrido no final de 2006. Foram proferidas várias palestras excelentes que expuseram os erros desse novo movimento. Quase que simultaneamente recebi um exemplar do periódico The Master’s Seminary Journal [Jornal do Seminário Master’s] que também desmascarava esse movimento através de artigos escritos pelo Dr. John MacArthur e pelo Dr. Richard Mayhue, dentre outros articulistas. Em seguida, chegaram informações de que o Dr. John MacArthur está escrevendo um livro sobre o assunto. Certamente será uma obra completa, de modo que nos ajudará a confrontar essa heresia moderna pelas Escrituras, tal como somos expressamente orientados a fazer nestes últimos dias (i.e., “[provar] os espíritos se procedem de Deus”, 1 João 4.1). Pastores inexperientes e mal alicerçados na Palavra de Deus estão sendo influenciados por essa forma atual de apostasia. Se tais pastores, porventura, comprarem essas idéias nitidamente heréticas, levarão suas igrejas ao desvio da verdade, através de falsos ensinamentos. Se líderes cristãos proeminentes e bem conhecidos não se opuserem abertamente a essa distorção apóstata, é muito provável que se cumpram, negativamente, as palavras desta profecia: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18.8).
Ao procurar uma igreja para sua família, certifique-se de avaliá-la pela importância que dá à Palavra de Deus. Você se lembra daqueles judeus “de Beréia”? Eles pesquisavam diariamente nas Escrituras para saber se os ensinamentos de Paulo e Silas eram legítimos e coerentes: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
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